segunda-feira, 18 de junho de 2012

10 coisas maravilhosas de ser mãe!

1) Perceber o efeito relaxante do cheirinho da criança


No período de adaptação de bebês em berçários, é comum que a escolinha peça à mãe uma peça de roupa usada para colocar no berço da criança e fazer com que ela se sinta em casa, acolhida. Na verdade, porém, quem nunca mais consegue esquecer o cheiro do filho é a mãe. "É impressionante, mas o odor da criança tem o poder de tranquilizar a mulher. Basta aninhar a criança nos braços e aproveitar", diz Ana Merzel Kernkraut, coordenadora do Serviço de Psicologia do Hospital Israelita Albert Einstein, de São Paulo.

2) Educar-se

Sem dúvida nenhuma, ter um filho torna qualquer ser humano melhor. E isso vale, claro, não só para as mães, mas para os pais também, que passam a prestar mais atenção na própria conduta, já que servem de modelo para a criança. Exemplos: moderar o vocabulário e não falar palavrões, se alimentar de maneira saudável para que os filhos façam o mesmo, domar o estresse no trânsito etc.

3) Olhos nos olhos

A principal magia da maternidade é que, em muitos casos, a mulher recebe de volta muito mais do que dá. Um bom exemplo é quando o bebê olha bem nos olhos da mãe, durante a amamentação ou em um momento de carinho. "É uma felicidade que só quem sente é capaz de dimensionar. São instantes como esse que provam que a relação entre mãe e filho é, de verdade, única", diz Ana Merzel Kernkraut.

4) Virar criança outra vez

Volta e meia a mãe precisa interpretar papéis ao contar histórias ou cantar músicas, sentar no chão e brincar, fingir que é princesa, bruxa e até dragão... "Esse mergulho no mundo da fantasia pode trazer à tona memórias gostosas da infância, até então esquecidas", conta a psicóloga Suzy Camacho. "Se jogar no universo das crianças ajuda a liberar neurotransmissores responsáveis pelo bem-estar, como a serotonina e a dopamina". Vale incluir no pacote o deslumbramento com as descobertas dos filhos, como estourar bolhas de sabão ou sentir gotinhas de chuva.

5) Aprender a improvisar

"Como filho não vem com manual de instruções, e nenhuma criança é igual à outra, toda mãe aprende a improvisar diante de determinadas situações. E isso é ótimo, pois acaba estimulando o cérebro a ficar mais afiado também para outras áreas da vida", diz a psicóloga Suzy Camacho. Exemplos que exigem jogo de cintura? Distrair um filho durante uma viagem longa e entediante, lidar com xixi ou cocô em horas e lugares inapropriados, interagir com estranhos com os quais o filho insiste em travar comunicação etc.

6) Ficar mais tolerante com seus pais (principalmente com sua mãe)

Ter um filho leva a ver a vida de outra forma. "No caso do relacionamento com os próprios pais, funciona como uma espécie de terapia”, diz Suzy Camacho. Ela explica que ao trocar o papel de filha pelo de mãe, a mulher sente as angústias e preocupações da responsabilidade materna e passa a compreender algumas atitudes que a mãe tomou no passado. "É algo libertador, capaz de mandar embora mágoas e ressentimentos antigos", afirma a psicóloga.

7) Ouvir "mamãe" pela primeira vez

Segundo a psicóloga Ana Merzel Kernkraut, do Hospital Israelita Albert Einstein, uma mulher investe muito, do ponto de vista emocional, no papel de mãe e no bebê. "É uma responsabilidade muito grande, 24 horas por dia, sete dias por semana. Então, toda conquista tem um significado muito forte, que deve mesmo ser comemorado", conta. Ao ouvir "mamãe" pela primeira vez, a mulher se sente ainda mais grata por tudo.

8) Conhecer outros passeios e lugares

Uma vida social intensa, obviamente, não combina com quem tem filhos pequenos. Nem por isso, no entanto, é preciso se fechar em casa ou virar a famosa "mãe de pracinha". Há várias possibilidades de programas interessantes para fazer com as crianças, como visitar museus, espaços culturais, estações de ciências, fazendinhas etc. Acredite, você vai gostar, se surpreender e aprender com esses passeios.

9) Nunca mais um dia vai ser totalmente ruim

O trânsito estava um inferno, o chefe ainda mais mala, a empregada deu o cano, o cabelo acordou eriçado? Se você pensar em seu filho, e no amor que sente por ele, vai perceber que todas essas coisas não são significativas nem têm tanto poder de irritá-la. À noite, ao colocar a criança para dormir, você vai encontrar motivos para agradecer até o mais péssimo dos dias.

10) Vivenciar o famoso amor incondicional

Ele é tão forte e intenso que nenhuma explicação ou adjetivo é suficiente para descrevê-lo. "Só mesmo quem sente para tentar definir", afirma Ana Kernkraut. "O fato é que ele enriquece a vida. É um sentimento que torna a mulher mais poderosa".
Fonte:http://mulher.uol.com.br/gravidez-e-bebes/noticias/redacao/2012/06/18/veja-20-coisas-boas-e-nao-tao-boas-que-so-quem-tem-um-filho-pode-experimentar.htm

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